Governador Luiz Henrique anuncia parcelamento do ICMS de dezembro

09/11/2009 às 12:32 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Governador Luiz Henrique anuncia parcelamento do ICMS de dezembro

O governador Luiz Henrique anunciou que os lojistas poderão parcelar o ICMS apurado em dezembro em duas vezes. A notícia foi dada nesta quinta-feira (5) durante o Congresso Empresarial da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), em Florianópolis. “Nosso governo sempre prezou por um programa fiscal de desenvolvimento, e com isso, dobramos a arrecadação do Estado, mesmo com as adversidades climáticas”, afirmou Luiz Henrique.

Esta prática também foi realizada pelo Governo do Estado em 2007 e 2008. Das duas parcelas, serão 70% em janeiro de 2010, e 30%, em fevereiro. De acordo com o governador, a modalidade foi adotada para permitir dar um impulso financeiros aos lojistas, já que dá a possibilidade de manter o compromisso de pagamento em dia e também viabiliza a reposição do estoque de uma maneira mais tranquila.

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Dez itens da loja de sucesso

09/11/2009 às 11:35 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

por Caio Camargo, 27/10/09

Montar uma loja, não importa seu tamanho, investimento ou segmento, nunca é um processo simples. Por isso, o Falando de Varejo criou uma lista com 10 grandes características de uma loja de sucesso, muito interessante para quem está montando seu próprio negócio, ou aqueles que pretendem analisar seu ponto-de-venda, pensando em uma reforma.

1. Localização
Um acesso fácil ou próximo de onde seu cliente reside (conveniência) é sempre uma maneira de se destacar no mercado. O ideal, quando possível, é sempre buscar uma localização em uma via de alto tráfego, pois na maioria dos casos sua loja vai chamar a atenção de diversos clientes que não pretendem comprar o que você vende agora, mas que saberá procurá-lo quando necessário. Cabe sempre analisar o sentido da avenida mais interessante. Alguns tipos de comércio têm melhores resultados quando localizados no sentido Centro-bairro de uma via, e outras ao contrário. Estude o seu cliente atentamente para perceber melhor seu momento de compra. Quando seu cliente costuma visitar seu ponto-de-venda: quando sai de casa para o trabalho ou quando volta do trabalho para casa?

2. Estratégia de mercado
O posicionamento, ou estratégia de mercado, é um dos pontos-chave para o sucesso de um negócio. Como se comporta o mercado no qual você atua? Quem você deseja ser? Onde está a oportunidade? Respondendo a essas perguntas você vai perceber se é melhor ser mais popular ou apostar em algo mais sofisticado, por exemplo.

3. Marca
Muitos pensam apenas em um “nome para a loja”, ou em um logotipo, quando pensam em marca. Em alguns casos, a decisão é feita entre os familiares, levando em conta apenas seus gostos pessoais. O nome deve ser um reflexo de seu posicionamento. Em alguns casos, deve-se observar a possibilidade de que o nome faça uma analogia aos produtos ou o posicionamento do mercado. Exemplo: Tend Tudo, Compre Bem, Pague Menos, Peg&Faça, etc.

4. Fachada
A fachada é o cartão de visitas de sua loja. É o primeiro contato que seu cliente tem com você. Uma fachada imponente e interessante pode agregar, e muito, à sua marca desde o início. Entretanto, nem toda fachada precisa ser “cara”. Pórticos, grandes painéis em lona ou até mesmo a utilização de telhas metálicas sobre a fachada podem gerar criativos e impactantes resultados.

5. Produtos e serviços
O posicionamento do ponto-de-venda tem tudo a ver com o sortimento ou a exposição de produtos que será utilizada. Não dá para falar de varejo popular sem pensar em grandes pilhas ou gôndolas cheias, sinônimos de fartura, assim como não dá para falar em varejo de luxo sem pensar em destaques e exclusividade de produtos. Gôndolas vazias ou rupturas criam uma imagem de má administração que repercute em desconfiança e descrédito por parte do consumidor.
No caso dos serviços, principalmente se complementam a venda de produtos, pode ser uma excelente estratégia para conquistar e fidelizar clientes. Bons serviços criam valia à marca e possibilitam rentabilizar melhor os produtos oferecidos.

6. Preço/Promoção
Preço não é diferencial de mercado. Acreditar ser o melhor de sua região apenas porque é o mais barato, além de não conquistar nenhum tipo de fidelidade (pois a qualquer momento pode surgir um novo concorrente com preços menores do que os seus), compromete as margens de lucro. Oferecer bons preços, condizentes com sua qualidade de produtos e serviços, é sempre o melhor caminho. Utilizar as promoções para alavancar as vendas e conquistar os consumidores é uma excelente arma na briga pelo mercado. Uma loja sem promoção, apenas com preços, é uma loja morta. As promoções dão o tom do dinamismo que o varejo precisa. Utilize todo o arsenal de equipamentos de merchandising como banners, splashes e cartazes para criar promoções que impactam e cativam seu cliente. Uma boa ideia é buscar criar uma “sensação de oportunidade única” na mente de seu cliente: “Somente neste final de semana” / “Até o final do estoque” / “É só até sábado”

7. Ambiente de Loja
O ambiente de loja é o principal elo entre “tudo o que você deseja ser para seu consumidor” e “tudo o que o seu consumidor pensa sobre você”. Características como o mobiliário, o tipo de exposição, as cores aplicadas na loja, a organização de gôndolas e até mesmo o tipo de música que será utilizada (ou não) criam a atmosfera de compra para seu cliente. O conceito mais em voga hoje é o de “criar experiências de compra”, ao invés de simplesmente vender produtos. Isso pode ser visualizado em alguns varejistas como as redes de eletroeletrônicos que possibilitam experimentar televisores e sistemas de som em salas fechadas, como em um home theater, ou ainda as lojas de artigos esportivos que possibilitam experiências únicas como poder andar e testar bicicletas, testar a pontaria com um modelo novo de chuteira, ou ainda as livrarias que possibilitam que consumidores folheiem e leiam os livros e revistas antes de comprar, sem nenhum tipo de abordagem agressiva, disponibilizando até mesmo assentos e bancos confortáveis, incentivando este tipo de comportamento.

8. Atendimento
De nada adianta uma loja bem planejada, com bons produtos e conceito ímpar quando a equipe de vendas ou atendimento está malformada. Sua equipe de vendas é o combustível que faz sua loja andar e crescer, ou seja, vender. Tal como um motor, um combustível de qualidade faz o desempenho do mesmo melhorar, assim como um combustível de baixa qualidade corrói e faz o motor parar. Motivação é o elemento que gera energia.

9. Logística
Entrega gratuita? Entrega em 24 horas? Qual a melhor estratégia? A melhor estratégia é sempre aquela que você pode cumprir junto ao seu cliente, sem o menor risco de falhar naquilo que prometeu. Invista, melhore seu serviço, mas nunca prometa se há dificuldades de se cumprir o combinado. Busque sempre uma margem de segurança, ou avise seu cliente antecipadamente em caso de algum problema ou imprevisto.

10. Pós-venda
Ter um serviço de pós-venda eficiente, que atenda e prolongue a experiência de compra bem-sucedida de seu cliente, é vital para um negócio de sucesso. Imagine a seguinte situação: em um varejo de construção, um cliente faz uma compra gigantesca, com diversos itens. Até aí foi bem atendido e saiu feliz. Os produtos foram entregues corretamente e na data combinada. Ponto positivo novamente. Só que surge um problema: o chuveiro que ele comprou veio com um probleminha de fábrica e precisa ser trocado. Em muitos casos, o mesmo cliente que foi superbem recepcionado na hora da compra, na hora da troca, se vê passando por um momento que, além de burocrático, muitas vezes até mesmo o trata com certa suspeita, imaginando se não se trata de golpe ou coisa parecida. É nesse ponto que um excelente cliente vira um cliente inexistente. Pense nisso.

Caio Camargo é arquiteto, especialista em PDV, comunicação visual e layout de loja. Autor do blog caio-camargo

NOTA FISCAL ELETRÔNICA X FORMULÁRIOS ANTIGOS

04/11/2009 às 11:06 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
O estabelecimento credenciado a emitir NF-e que não seja obrigado à sua emissão deverá emitir, preferencialmente, NF-e em substituição à nota fiscal em papel, modelo 1 ou 1-A.

Já os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e, após o início da obrigatoriedade prevista na legislação, devem emitir NF-e em todas as operações nas quais emitiriam nota fiscal modelo 1 ou 1A (salvo situações de exceção previstas na própria legislação da obrigatoriedade), ou seja, não há previsão para utilização dos formulários antigos quando se está obrigado a emitir a NF-e.

No caso de a empresa obrigada ou voluntariamente credenciada emitir também cupom fiscal, nota fiscal a consumidor (modelo 2), ou outro documento fiscal (além de mod. 1 ou 1-A), deverá continuar emitindo-os, concomitantemente com a NF-e, pois a nota fiscal eletrônica substituirá apenas as operações anteriormente acobertadas por notas fiscais modelo 1 ou 1-A.

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Começa Operação da Receita para cobrar INSS de donos de obras

03/11/2009 às 10:53 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Operação da Receita cobra INSS de donos de obras

Primeira etapa da operação vai atingir 180 contribuintes da região de Ribeirão

Trabalho vai envolver donos de imóveis de todos os tamanhos, que não pagaram INSS incidente sobre a mão de obra

LEANDRO MARTINS
DA FOLHA RIBEIRÃO

A Receita Federal deflagra na região de Ribeirão Preto a partir de hoje a Operação Mansões, que vai convocar proprietários de imóveis que não pagaram as contribuições previdenciárias incidentes sobre a mão de obra usada nas construções. Na etapa inicial serão chamados 180 contribuintes.
A Delegacia da Receita Federal informou que, apesar do nome da operação, estão na mira os donos de imóveis de todos os tamanhos que não pagaram o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A primeira etapa vai abranger as obras já matriculadas na Receita, mas cujo INSS ainda não foi recolhido.
Os contribuintes convocados terão que comparecer até o dia 13 de novembro para pagamento. “Vamos abrir ação fiscal contra aqueles que não comparecerem e cobrar as contribuições, acrescidas de multas e juros”, disse Flávio Dias, que coordena a operação na região. A multa é de 75% sobre a contribuição devida.
Dias disse que a operação não vai se resumir aos 180 convocados no primeiro lote, mas não soube informar o total da região. Em todo o Estado, serão 10 mil. Os alvos são pessoas físicas e jurídicas.
Outras duas etapas da operação já estão previstas. A próxima fase vai envolver donos de imóveis que registraram o alvará na prefeitura, mas que não foram à Receita Federal para efetuar a matrícula.
Na terceira fase, serão atingidos os contribuintes que nem mesmo registraram o alvará. Nessa etapa, segundo Dias, há a possibilidade de uso de helicóptero para identificação das obras irregulares.
“A Receita quer que as obras sejam tratadas com mais seriedade porque têm mão de obra aplicada e essas pessoas um dia vão se aposentar e precisarão do benefício”, afirmou Dias.
Ele não soube informar quanto a Receita espera arrecadar em valores atrasados referentes ao INSS incidente sobre as construções.
A operação é uma continuação de outra lançada em maio de 2008, quando 992 donos de imóveis de alto padrão de Ribeirão foram notificados. A diferença é que a operação anterior estava limitada a imóveis com mais de 250 m2.
Agora, a Receita informa que construções de todos os tamanhos estão incluídas.

Fonte: Folha de S.Paulo

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