Empresário investe R$ 1 milhão em casa de eventos ecológica

06/07/2011 às 13:26 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Terça-feira, 5 de julho de 2011
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G1 – Da Redação

Espaço feito com materiais naturais faz até captação da água da chuva. É possível abrir franquia, com investimento é de R$ 1,2 milhão.

Em São Paulo, uma casa de eventos utiliza lâmpadas que diminuem o consumo de energia, faz coleta seletiva e também a captação da água da chuva para limpeza de pisos. O investimento foi de R$ 1 milhão para a construção da casa e a previsão de retorno do investimento é de três anos.

A fachada é toda de plantas e há partes com coco prensado. É como se cada pedacinho da casa exibisse uma espécie de certificado em respeito à natureza. Antes, no local funcionava uma oficina mecânica que o empresário Eric Thomas derrubou para construir o sobrado de 500 metros quadrados. Mas em vez de jogar fora o entulho, ele reaproveitou tudo.

Atrás de uma parede, restos de saco de cimento, plástico, isopor da laje e peças de isolamento do ar-condicionado foram prensadas para a construção de um termo acústico. Por cima, uma madeira prensada, reciclada e de reflorestamento. O balcão é de ferro velho e o chão da casa é feito de cimento com borracha. As portas do banheiro são de carro.

“A gente foi num desmanche e conseguiu portas de Kombi que dá um toque bacana para o banheiro”, afirma o empresário Eric Thomas. A casa tem dois espaços para eventos e um restaurante que é abastecido por uma plantação na própria laje do sobrado, de verduras, frutas e temperos.

A redução das despesas fixas do negócio é um dos fatores que colabora, inclusive, para a previsão de retorno do investimento.

Reservatório
A casa possui um reservatório de 50 mil litros de água de chuva: praticamente uma piscina embaixo da terra.

“Uma das primeiras coisas que a gente fez na obra foi construir isso para ter o reservatório de toda a água da chuva captada aqui do telhado (…). Foi projetada uma economia de até 50%. A boa notícia é que temos dados que está sendo bem mais”, diz o empresário.

Há ainda um ambiente para festas infantis. No teto, há uma trilha feita com pedaços de eucaliptos. No chão, os bancos reciclados encantam o consumidor, que aprende cedo o que é consciência ecológica. Um pneu, por exemplo, virou uma cadeira.

Até na hora de comer a criança tem que brincar. Ao correr em cima de um tambor, a criança aciona um dínamo. Por meio de toda a fiação, gera energia para estourar pipoca.

Para a consultora Katy Corban, investir num negócio sustentável é de 5% a 10% mais caro do que numa empresa tradicional, mas a empresa ecológica tem a vantagem de se divulgar sozinha. “Na verdade, você tem aí um marketing que já é natural, porque todo mundo hoje em dia fala em sustentabilidade, então isso é natural”, diz Katy Corban.

Franquia
O empresário abriu franquia do negócio. O investimento é de R$ 1,2 milhão. Inclui taxa de franquia e montagem de toda a casa. A previsão de faturamento é de R$ 150 mil.

A gente oferece o suporte desde a implantação da parte do restaurante, até a implantação de todas as tecnologias sustentáveis.

A empresa de Thomas faz cinco eventos por mês. O empresário cobra R$ 70 por pessoa e fornece toda a infraestrutura. Hoje a casa ecológica recebe 500 pessoas por mês. Um público que gasta com satisfação, por saber que contribui para melhorar o meio ambiente.

A economia também está na conta de luz. A energia para iluminar a pista de dança, por exemplo, vem dos próprios dançarinos. “A energia das pessoas que mais dançam e mais pulam no piso. Ela está transmitindo a energia cinética através de um gerador para energia elétrica”, diz o empresário.

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SESCON Curso: Departamento Pessoal – Rotinas Trabalhistas – 32h teoria e prática

06/07/2011 às 13:26 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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Cadastro Positivo X Segurança dos Dados: Vamos desmistificar?

06/07/2011 às 13:01 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Cadastro Positivo X Segurança dos Dados: Vamos desmistificar?

Desde o dia 30 de dezembro de 2010, quando foi aprovada a Medida Provisória nº 518, que institui e normaliza a criação de um banco de dados com informações positivas de consumidores, muito se tem ouvido, escrito e falado sobre um ponto fundamental: o controle das informações do cadastrado.

Porém, como tudo o que é novo, a MP tem gerado interpretações equivocadas, o que resulta em preocupação e desconfiança. Por exemplo: não é verdadeiro que a pessoa cadastrada em um determinado birô deixará expostos os seus dados para que toda e qualquer empresa de monitoramento de crédito possa solicitá-los aos bancos, financeiras, concessionárias de serviços públicos, entre outros. O que a lei prevê é que os dados disponíveis são de pleno e total controle do cadastrado, ou seja, daquele que deseja mostrar a sua qualidade de “bom pagador”.

Diferentemente do que se apresenta muitas vezes, o Cadastro Positivo é um diferencial de mercado e, a qualquer momento, por completo controle do cadastrado, seus dados podem deixar de fazer parte do banco em que autorizou. Nesse contexto, vale lembrar que, até então, o devedor que se tornou um bom pagador tramita em um complexo e absurdo calvário para ver seu nome sem as restrições do mercado, seja pelas dificuldades impostas pelas atuais agências detentoras de tais dados, seja pelo prazo que, após informado, ainda o torna refém do informante.

Com esse novo cenário, podem e devem nascer (para encerrar o monopólio existente), diversos birôs de crédito. Porém, vale salientar que todos eles dependerão de estrutura básica para se colocar no mercado, especialmente para certificar ao “bom pagador”, as facilidades e vantagens em ter seu nome ligado a este ou aquele. A escolha e o controle, mais uma vez, estão nas mãos do cadastrado.

As informações pessoais, assim, não poderão ser simplesmente buscadas nas instituições, uma vez que este novo birô deve ter seu trabalho desenvolvido em várias frentes, o que significa clientes que busquem seus dados e instituições de crédito e empresas que oferecem crediário que as alimente.
O Cadastro Positivo é um grande passo, mas difícil mesmo será a mudança de imagem, porque as empresas se especializaram em apresentar a face negativa do consumidor de crédito. Nesse sentido, cada dia e com mais propriedade, indicam o “mau pagador”.

A moeda, agora, apresenta o outro lado: como mudar a imagem daquele que sempre se demonstrou algoz do consumidor, para aquele que vai mostrá-lo como alguém digno de melhores condições de crédito? A situação fica bem diferente e até mesmo engraçada, pois o recado passa a ser: venha, que agora vou mostrar como você é “bom pagador”!

A MP 518 já foi aprovada em 18 de maio deste ano pelo Congresso Nacional e, neste momento, aguarda-se ansiosamente a sanção da presidenta Dilma Rousseff. É essencial mostrar ao mercado quem são as pessoas capazes de contratar crédito de olhos fechados e, até mesmo, aquelas em que as velas do vento voltaram a navegar por mares mais tranquilos. Que venha o Cadastro Positivo!

Rui Saraiva é advogado e responsável pelo depto jurídico da C&M Software – Maxxi Positivo.

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