Empresas fabricantes de determinados produtos elencados na Tabela TIPI terão a contribuição previdenciária c alculada sobre a receita bruta

03/08/2011 às 17:41 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
PREVIDÊNCIA SOCIAL

A Medida Provisória nº 540/201, publicada no DOU 1 de 03.08.2011 estabelece que a partir de 1º.12.2011 até 31.12. 2012, a contribuição previdenciária de 20% calculada sobre o total da folha de pagamento de empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais das empresas fabricantes de determinados produtos elencados na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI) (Decreto nº 6.006/2006), será substituída pela aplicação da alíquota de 1,5% sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos.

Econet Editora Empresarial Ltda

Atenciosamente,

Adriano Mattos

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Programa Catarinense de Revigoramento Econômico – REVIGORAR III

03/08/2011 às 17:22 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O Diário Oficial do Estado de Santa Catarina do dia 26 de julho trouxe a publicação do Programa Catarinense de Revigoramento Econômico – REVIGORAR III, com a edição da Lei nº 15.510. Destinado a promover a regularização de débitos tributários inadimplidos relativos ao ICM, ICMS, IPVA e ao ITCMD.

· relativamente aos débitos de ICM, de ICMS e de ITCMD, observado o seguinte:a) tratando-se de débito não lançado de ofício, àqueles com prazo de pagamento vencido até o dia 31 de março de 2011; b) tratando-se de débito lançado de ofício, àqueles constituídos até o dia 31 de março de 2011;c) tratando-se de débito inscrito em dívida ativa, àqueles inscritos até o dia 31 de março de 2011; ou d) tratando-se de débito parcelado, lançado ou não de ofício, aos respectivos saldos, desde que a primeira parcela tenha sido recolhida até o dia 31 de março de 2011; e

· relativamente aos débitos de IPVA, observado o seguinte: a) tratando-se de débito lançado de ofício, àqueles constituídos até o dia 31 de março de 2011; ou b) tratando-se de débito inscrito em dívida ativa, àqueles inscritos até o dia 31 de março de 2011.

Os débitos terão redução em 80%, quando os montantes totais decorram exclusivamente de multa ou juros ou de ambos, e no caso de pagamento até o último dia útil do primeiro mês subseqüente àquele em que publicada esta Lei; e nos demais casos, terão os valores relativos à multa e aos juros reduzidos:

· a) 95%, no caso de pagamento até 31 de agosto;

· b) 93%, no caso de pagamento até 30 de setembro:

· c) 85%, no caso de pagamento até 31 de outubro;

· d) 80%, no caso de pagamento até 30 de novembro;

· e) 75%, no caso de pagamento até 31 de dezembro;

· f) 70%, no caso de pagamento até 31 de janeiro;

· g) 40%, no caso de pagamento até 29 de fevereiro.

Créditos tributários inscritos em dívida ativa até 31 de março de 2011, relativos ao ICM ou ICMS, e cujo valor não exceda os R$ 20.000,00 mil terão os valores referentes à multa e aos juros reduzidos em 100%. Neste caso, o pagamento único deve ser feito até 30 de setembro. As empresas inscritas no cadastro de ICMS poderão, por meio do seu contador, listar os débitos abrangidos pelo Revigorar 3, selecionar aquilo que pretende pagar, imprimir o documento de arrecadação com as reduções previstas na lei e, então, efetuar o recolhimento do valor em um dos nove bancos credenciados.

Transformando treinamento em uma marca

03/08/2011 às 17:21 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

As Marcas existem há séculos. Já no antigo Egito, os fabricantes de tijolos colocavam símbolos em seus produtos para identificá-los. Na Europa medieval, as associações de comércio usavam “Marca” para assegurar ao consumidor uma qualidade consistente e obter proteção legal para o fabricante.

As Marcas registradas surgiram no século XVI. Os escoceses destiladores de uísque embarcavam produtos em barris de madeira com o nome do fabricante marcado a fogo em sua parte superior.

O conceito genérico

No século XVIII, o conceito de Marca evoluiu. Os nomes de gravuras de animais, lugares, origens e pessoas famosas assumiram, em várias situações, os nomes de produtores. O novo propósito era associar o nome de algum símbolo ou artista com a Marca. Fabricantes desejavam tornar tanto os produtos como as Marcas mais fáceis de serem identificados e lembrados pelos clientes, diferenciando-os da concorrência.

No século XIX, a Marca foi usada para aumentar o valor percebido do produto por meio de associações.

A partir do século XX, a Marca passa a apresentar elementos mais objetivos para a sua escolha. A maioria das empresas consideradas nesse período procurava associar nomes pessoais ou toponímicos (nomes próprios de lugares) aos tipos de produtos que fabricavam ou aos processos produtivos que utilizavam ou, ainda, a uma combinação dessas alternativas. Assim, a Marca, na perspectiva mercadológica, isto é, buscando sua própria identidade, foi gradualmente ocupando seu espaço.

Mas, como podemos definir “Marca”?

Segundo Kotler, um dos principais gurus do Marketing, “Marca é um nome, termo, signo, símbolo ou design, distinto ou combinado, com a função de identificar a promessa de benefícios, associada a bens e serviços, que aumenta o valor de um produto além de seu propósito funcional, tendo uma vantagem diferencial sustentável”.

Marca ou produto?

A promessa de benefício é o que diferencia a Marca do produto e a coloca na perspectiva do consumidor. O conceito de vantagem diferencial, na definição de Marca, significa que o consumidor tem uma razão para preferir uma Marca em relação às suas concorrentes. É o conjunto de associações positivas que a diferenciam dos concorrentes. O termo sustentável significa que ela precisa se manter ao longo do tempo e que não seja facilmente reproduzida pelo concorrente. Para ser patrimônio, a Marca precisa ter uma vantagem diferencial sustentável.

A Marca pode ser de indústria, quando usada pelo fabricante para identificar seu produto, de comércio ou de serviços. Pode consistir em nomes, palavras, expressões, monogramas, emblemas, figuras, desenhos e/ou rótulos. Pode ser nominal ou verbal, emblemática ou figurativa, mista ou complexa.

As Marcas podem ainda ser definidas na perspectiva da empresa e do consumidor. Na primeira, a marca pode ser vista como um conjunto de atributos; na segunda, ela é uma promessa que cria expectativas de benefícios.

Os consumidores são fiéis às Marcas não aos produtos. Um produto sem Marca participa no mercado como uma commodity, ou seja, não possui qualquer valor agregado, o que faz com o mesmo só seja escolhido com base em sua utilização e por seu preço. Isto acaba criando uma armadilha para seu fabricante, uma vez que seu produto poderá ser facilmente substituído por um outro de menor preço e/ou mantêm o foco da empresa no controle de custos, o que inviabiliza novos investimentos, e traz baixos retornos sobre o capital investido.

A marca treinamento

O que deve ser feito para transformar treinamento em uma marca?

Treinamento é um serviço e, como tal, possui as características comuns à essa categoria: é Intangível, Inseparável, Variável e Perecível. Dessa forma, essas 4 variáveis devem ser observadas e trabalhadas a fim de se criar consistência e diferenciais à sua entrega.

A Intangibilidade, refere-se ao fato do treinamento não ser materializado e não resultar posse. Seu desafio relaciona-se à tangibilização do mesmo. Dessa maneira, o sugerido é que os materiais utilizados no treinamento sejam de ótima qualidade, com design diferenciado, conteúdo robusto, visual atrativo e formatação exclusiva. Além disso, os materiais de apoio, como slides, devem ser limpos, diretos e de layout moderno e atraente, visando o claro entendimento e conforto do usuário. Brindes e outros materiais, que sejam relevantes para o cliente, podem ser incorporados, objetivando fazer com que o treinando leve “itens” do treinamento com eles.

A Inseparabilidade, refere-se ao fato de que, ao mesmo tempo em que o treinamento é feito, ele é recebido. Assim, é fundamental que o treinando seja ator participante e esteja consciente dos objetivos do encontro, da metodologia a ser utilizada e do papel dos mesmos nos trabalhos. Dessa maneira, o treinamento será pleno e contará com a total atenção, dedicação e entendimento por parte dos participantes.

A Variabilidade, refere-se ao fato de que o treinamento varia em sua entrega, visto que, ele depende da qualidade e espírito dos atores participantes. Assim, para que seu treinamento tenha um padrão único de entrega, é fundamental que os instrutores possuam um perfil semelhante e sejam exaustivamente treinados. Tais fatores farão com que, mesmo com uma grande equipe, seja possível uma entrega uniforme dos conteúdos. Outros fatores relevantes, referem-se ao conhecimento da turma e nivelamento de expectativas e dos objetivos do treinamento por parte dos treinandos. A partir de um entendimento claro de quem são e do que esperam, é facilitado o desafio de fazer com que os mesmos participem ativamente das atividades.

Por último, a Perecibilidade, refere-se ao fato do treinamento não poder ser estocado e nem recuperado, se perdido. Assim, uma comunicação e entrega atraentes, irão trazer público e farão com que o mesmo indique e propague o serviço para outros. Nesse ponto, a atratividade do treinamento deve ser comunicada ao público interessado. Outro fator a ser utilizado, refere-se à utilização de uma política de descontos para grupos e organizações.

Observando essas variáveis e estruturando seu treinamento com a perspectiva da diferenciação e proposta única e fazendo uma comunicação e entrega consistentes, você iniciará um ciclo virtuoso no qual sua oferta será percebida como algo que agrega valor e possui atributos únicos, o que será o 1º passo para a criação de uma Marca forte, distinta e consistente.

Portanto, a construção de Marca torna-se essencial para a empresa que busca ocupar um espaço distinto no mercado e maiores margens de lucro. Somente com Marcas fortes, as empresas terão condições de sobreviver e crescer no longo prazo, visto que elas proporcionam prestígio e distinção, os clientes valorizam e pagam o que é cobrado por elas.

E você, possui uma “Marca” ou apenas um nome? Leia de novo o texto e comece hoje a (re)construir sua marca.

Ricardo Moreira é consultor sênior do Instituto MVC – www.institutomvc.com.br .

Empresas de Tecnologia da Informação e de Tecnologia da Informação e Comunicação terão a contr ibuição previdenciária patronal (20%) reduzida

03/08/2011 às 17:12 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
PREVIDÊNCIA SOCIAL
Empresas de Tecnologia da Informação e de Tecnologia da Informação e Comunicação terão a contribuição previdenciária patronal (20%) reduzida
A Medida Provisória nº 540/2011, publicada no DOU 1 de 03.08.2011 estabelece que a partir de 1º.12.2011 e até 31.12. 2012, a contribuição previdenciária de 20% calculada sobre o total da folha de pagamento de empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais das empresas que prestam serviços de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), será substituída pela aplicação da alíquota de 2,5% sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos.

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