COMO A SEGMENTAÇÃO DE MERCADO CONTÁBIL AFETA A SUA EMPRESA?

12/08/2011 às 13:01 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Neste artigo, Anderson Hernandes apresenta as alternativas de segmentação do mercado de serviços contábeis com base no porte das empresas, destacando as exigências de cada nível de cliente.

O mercado contábil sempre foi característico pela sua amplitude de opções de atuação e nos últimos anos isso se tornou ainda mais amplo. São tantas as possibilidades de atuação para uma empresa contábil, que se não houver segmentação de mercado, dificilmente ela será bem sucedida. Existem diferentes formas de estratificar o mercado, o que impede esgotar o assunto em único artigo, porém considero a segmentação por porte da empresa-cliente como o principio de qualquer estratégia neste respeito.

Baseado na classificação das empresas pelo seu porte, nesse artigo descreverei cada uma delas pela na receita operacional bruta anual como segue.

– Microempresas – Receita de até 2,4 milhões de reais

Mercado formado principalmente por empresas do Simples Nacional, com número de funcionários pequeno ou inexistente. Em geral o atendimento é prestado diretamente para o proprietário da empresa e o enfoque de atendimento está na área fiscal. Dificilmente a empresa utilizará relatórios contábeis para gerenciamento, sendo que eles atenderão especialmente o fisco. Nesse mercado valoriza-se mais o preço como diferencial e o contabilista não é visto como um profissional influente na estratégia da empresa. O segmento é característico de baixa fidelização de clientes e alto índice de inadimplência.

– Pequenas Empresas – Receita de 2,4 a 16 milhões de reais

A limitação do faturamento impede que essas empresas se enquadrem como Simples Nacional e, portanto, a maior parte delas se enquadrará no regime de Lucro Presumido. Normalmente são empresas mais estruturadas e muitas dessas empresas já utilizam um sistema ERP modesto. Apesar de a atuação do contabilista ser mais relevante que nas microempresas, ainda não é expressiva. Os relatórios contábeis gerenciais são mais valorizados, mas a periodicidade dos balancetes normalmente se restringe a elaboração trimestral ou semestral. Com a futura obrigatoriedade do Sped Contábil para essas empresas, haverá uma valorização maior dos serviços contábeis. Nesse mercado as empresas buscam alternativas de redução tributária, mas o seu porte não permite tantas possibilidades de planejamento tributário.

– Médias Empresas – Receita de 16 a 90 milhões de reais

Aqui temos um grupo de empresas, formada na sua maioria por indústrias ou atacadistas, o que permite maiores possibilidades de atuação por parte da empresa contábil. Domínio da tributação do lucro real e consequentemente contabilidade tributária é obrigatório para atuar nesse mercado. A contabilidade de custos e relatórios gerenciais também são exigências para aqueles que buscam prestar um assessoramento adequado a esses clientes. Apesar de encontrarmos a contabilidade internada em muitas dessas empresas, especialmente as industriais, há uma busca acentuada pelo outsourcing com alocação de profissionais no cliente, com objetivo primário de alcançar eficácia operacional, amplitude de conhecimento e responsabilidade técnica oferecida por empresas contábeis especializadas. Para atender esse mercado é imprescindível que a empresa contábil tenha estrutura e profissionais qualificados, o que torna seus custos maiores do que os segmentos descritos anteriormente, portanto é um mer cado restrito a empresas contábeis de médio porte. Para as empresas que migraram do atendimento aos dois mercados anteriores o processo de adequação não é tão simples de alcançar.

– Média-grande empresa – Receita de 90 a 300 milhões de reais

Nesse segmento a atuação é muito restrita e quando terceirizada, está nas mãos de grandes empresas de outsourcing. Muitas vezes, a empresa terceirizada atua em conjunto com funcionários da própria empresa. No âmbito de sistemas, essas empresas utilizam normalmente ERPs de presença internacional, exigindo que os profissionais terceirizados tenham conhecimento na utilização destes e as empresas contábeis normalmente utilizam sistemas auxiliares para atendimento as obrigações acessórias. Além disso, a complexidade das movimentações contábeis e fiscais é maior, envolvendo participações em diversas empresas, algumas estrangeiras onde um erro interpretativo de lançamento pode gerar grandes prejuízos tributários. As grandes empresas de outsourcing contábil possuem estrutura e equipe ampla para atendimento as diversas especializações contábeis necessárias, o que inclui o IFRS, e por isso detém a maior parte desse mercado.

– Grandes empresas – Receita acima de 300 milhões de reais

Nesse caso temos um mercado altamente restrito, que reúne grandes equipes de profissionais para atender a todas as necessidades fiscais e contábeis dessas empresas. Assim como o mercado anterior, poucas empresas de outsourcing contábil estão capacitadas para atender as necessidades dessas empresas. Nesse mercado, a maior parte das empresas possuem equipes internadas de profissionais em áreas correlatas a área contábil, atuando em conjunto com os profissionais alocados, quando existirem. Somente um departamento contábil e fiscal de uma empresa de grande porte envolve um número de profissionais maior que a maior parte das empresas contábeis espalhadas pelo Brasil. Num mercado onde um erro pode representar custos altíssimos, apenas um número limitado de empresas contábeis se aventuram a atenderem esse mercado.

Nesse artigo destaquei apenas uma das possíveis estratégias de segmentação para atendimento ao mercado de serviços contábeis. Cabe ressaltar que uma empresa contábil dificilmente será bem sucedida atuando em dois segmentos diferentes, visto que as necessidades entre as empresas são completamente distintas em conformidade com o porte dela. Quanto maior o porte, maior a capacidade de atendimento e estrutura necessária, assim como maior o faturamento concentrado por cliente. Empresas maiores exigem um grau de personalização diferenciada, profissionais mais qualificados e preparados para atender os complexos procedimentos contábeis, fiscais e tributários. Para empresas que atendem as microempresas, oferecer um alto grau de personalização pode aumentar a fidelidade, mas dificilmente os clientes estarão dispostos a arcar com os custos adicionais relacionados com essa estratégia.

A escolha de um mercado alvo para uma empresa contábil não é uma decisão simples, mas tem um grau de importância fundamental para o sucesso dela. Deste modo, avaliar adequadamente as oportunidades e desafios de cada mercado, estabelecendo estratégias de marketing contábil acertadas é um dos principais desafios na gestão para empresas contábeis da atualidade.

Artigo publicado em: http://www.administradores.com.br/

GOVERNO DE SC VAI ADOTAR NOVA POLÍTICA DE BENEFÍCIOS FISCAIS PARA EMPRESAS INTERESSADAS EM INVESTIR NO ESTADO

12/08/2011 às 13:00 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O governo de Santa Catarina vai colocar em prática uma nova política de benefícios fiscais para empresas interessadas em investir no Estado.

Será elaborada uma nova matriz de pontuação para orientar a concessão de incentivos às empresas, desconcentrando o desenvolvimento em Santa Catarina. A informação é do diretor de Administração Tributária, Carlos Roberto Molim, que realizou palestra no 9° Congresso Catarinense de Municípios, no final de julho.

De acordo com Molim, em 2010 apenas 20 municípios produziram 67,6% da arrecadação de ICMS. Os demais 273 recolheram 13,9% e os 18,4% restantes correspondem a tributo proveniente da Substituição Tributária (imposto é recolhido na primeira etapa, quando sai da indústria), repassado por outros estados para os casos de empresas que não tem filial no Estado.

Mesmo que nos últimos anos tenha sido combatida a "litoralização" do desenvolvimento em Santa Catarina, a mudança de lógica ainda não alcançou a política tributária. Isso será possível com essa nova ferramenta, estima o diretor. "De um lado, é inegável que cada local tem sua vantagem competitiva, mas, de outro, a política de benefícios fiscais pode ter gerado concentração. Desconcentrar de fato é o que se pretende".

A nova matriz vai facilitar o acompanhamento dos pretendentes a investir, possibilitar simulações até a escolha da logística mais adequada e definir o percentual do benefício. Molim ainda indica que, entre os valores prioritários do novo sistema de concessão, estão itens como: geração de empregos, fixação da empresa no Estado com instalações próprias, evitar a migração de pessoas para grandes centros, IDH do município, aquisições de materiais e serviços em empresas catarinenses com prioridade para micros e pequenas.

NOVA LÓGICA

Com uma equipe de 500 auditores fiscais e pouco mais de 300 analistas, a arrecadação do ICMS em 2010, conforme Molim, cresceu 21,55%, graças ao trabalho dos Grupos Especialistas Setoriais (GES), implantados a partir de 2007.

Hoje, os GES dão conta de acompanhar mensalmente 80% da movimentação econômica catarinense nos diversos setores de combustíveis, construção civil e redes de abastecimento. "Trabalhamos para evitar os erros do contribuinte. Hoje temos como verificá-los com antecedência por meio da inteligência fiscal. Nem sempre o contribuinte é sonegador, nem sempre está envolvido em prática de sonegação, pode estar simplesmente errando. Então passamos a dar mais ênfase para a prevenção e a orientação do que à punição", afirma.

A partir deste ano, a logística dos GES foi completada com a instalação das 15 carteiras regionais de ação fiscal (CRAFs), uma em cada gerência regional da Fazenda. Esses auditores se encarregam de fiscalizar os setores econômicos que não são cobertos pelos GES. Com a atuação nesse novo formato, a arrecadação nas carteiras regionais aumentou 25% no primeiro semestre de 2011. Em alguns municípios, o aumento foi de até 60%. Esse aumento reflete na movimentação econômica municipal garantindo, no futuro, maior parcela na repartição do retorno de ICMS.

Por último, Molim destaca que a Fazenda se ocupa de fazer uma cobrança ágil do tributo declarado e não recolhido, evitando que o débito constitua dívida ativa. O diretor ainda afirma que deste modo Santa Catarina faz crescer a arrecadação que é compartilhada com os municípios, sem aumentar a carga tributária, sem aumentar as alíquotas de impostos. "Aumentar a eficiência do sistema de arrecadação é bem melhor que aumentar o tributo em si, porque, senão, o peso recai sobre os mesmos que sempre pagam. As empresas, em geral, são favoráveis a esse tipo de trabalho que combate o seu pior inimigo: o sonegador. Dificilmente a empresa consegue concorrer com a vantagem desleal obtida pelo sonegador", finaliza.

Fonte: http://www.noticenter.com.br (matéria publicada em 10/08/2011).

CANCELAMENTO DE INTIMAÇÕES INDEVIDAS GERADAS PELA RFB

12/08/2011 às 12:59 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Ato publicado no DOU de 11.08.2011 cancelou intimações realizadas em 30.06.2011 por omissões na DIRF, DIPJ e DCTF.

O Ato Declaratório Executivo RFB nº 10, de 10 de agosto de 2011, cancela todas as intimações lavradas em 30 de junho de 2011 referentes às omissões de Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) e Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF).

Este Ato Declaratório Executivo RFB nº 10/2011 entrou em vigor na data de sua publicação, ou seja, em 11.08.2011.

Fonte: Editorial ITC.

RETORNAR AOS ASSUNTOS DE HOJE

Simples Nacional: Novas regras tributárias poderão ser aprovadas brevemente

12/08/2011 às 12:58 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

A proposta era de que tivesse um reajuste de 50%, que foi concedido.

As novas regras tributárias do Supersimples, anunciadas pelo governo para as micro e pequenas empresas, atendem a quase todas as demandas do setor. A avaliação é do coordenador da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, deputado Pepe Vargas ( PT-RS). O projeto foi encaminhado à Câmara dos Deputados nesta terça-feira pela presidente Dilma Rousseff.

Segundo Pepe Vargas, o texto deverá ser aprovado rapidamente. "Como vai ser apensado a projetoque já tem regime de urgência aprovado, temos apenas que vencer a votação do projeto de lei do Pronatec”, diz o parlamentar.

Parcelamento de dívidas

Entre as reivindicações atendidas pelo governo, estão o parcelamento de dívidas, a desburocratização e o reajuste nos limites de faturamento usados na definição de micro e pequena empresa.

Segundo Pepe Vargas, a proposta era de que tivesse um reajuste de 50%, que foi concedido. “Portanto, os limites passam a R$ 360 mil para microempresas e para R$ 3,6 milhões para empresa de pequeno porte. No que diz respeito ao microempreendedor individual, o governo foi até além do que nós estávamos pedindo. Esse novo limite de R$ 60 mil para o microempreendedor individual é muito superior aos 50% que estávamos solicitando.”

O projeto traz também medidas de incentivo à exportação. Pela proposta, o faturamento com exportações não será computado para enquadramento nas faixas de contribuição, até o limite do faturamento com vendas nacionais. Com isso, uma empresa poderá faturar R$ 3,6 milhões na exportação e outros R$ 3,6 milhões no mercado interno e, ainda assim, manter o enquadramento no Supersimples.

Algumas demandas das micro e pequenas empresas não foram atendidas, como a inclusão de novos segmentos no programa. Segundo Pepe Vargas, mesmo com a aprovação desse projeto, a frente continuará negociando esses pontos com o governo.

Fonte: Agência Câmara

Novas regras para o Supersimples entram em vigor apenas em 2012

12/08/2011 às 12:56 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Entre as principais mudanças está o aumento de 50% do teto de faturamento para as micro e pequenas empresas se enquadrarem no Supersimples.

Ana Carolina Oliveira

As novas regras do Supersimples devem começar a vigorar somente em janeiro de 2012. O projeto ainda precisa ser votado pelo Congresso, mas a expectativa da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas é que isso ocorra até setembro.

Na terça-feira o governo anunciou um pacote de medidas para beneficiar os micro e pequenos empresários dos setores de comércio, serviços e indústria.

Indústrias querem correção do teto de declaração do IR

Entenda a mudança no Supersimples com novo limite de faturamento

Entre as principais mudanças está o aumento de 50% do teto de faturamento para as micro e pequenas empresas se enquadrarem no Supersimples.

Com essa modificação, as empresas que estavam no Supersimples e que tenham tido aumento de receita ao longo do tempo poderão continuar no programa.

Já as empresas que antes não podiam aderir ao regime, por terem faturamento acima do limite, agora poderão participar do programa.

As novas regras elevam o faturamento anual máximo das pequenas empresas de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. Para as microempresas, a receita bruta passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil.

O governo também elevou o limite de faturamento dos microempreendedores individuais em 67%. Com isso, a receita bruta anual passará de R$ 36 mil para R$ 60 mil.

Outra mudança prevista é a possibilidade de as micro e pequenas empresas parcelarem em até 60 meses as dívidas com a Receita.

EXPORTADORAS

O pacote também traz benefícios às empresas de pequeno porte que exportam. As companhias com faturamento de até R$ 3,6 milhões no mercado interno poderão ter receita igual com as exportações sem o risco de serem excluídas do Supersimples.

Pela proposta, os micro e pequenos empresários não precisarão mais fazer a declaração anual de IR. A Receita irá, ao final de cada ano, juntar as informações enviadas mensalmente e transformá-las na declaração anual.

Todas as mudanças são automáticas o micro e pequeno empresário que já está no programa não vai precisar entrar em contato com a Receita para saber se sua alíquota será modificada.

Os que querem ingressar devem entrar no site do programa e preencher um formulário com algumas informações.

Se a empresa já existir, só poderá entrar no programa em janeiro. Se a empresa for nova, poderá ingressar no sistema a qualquer momento.

Fonte: Folha.com

Aumento do calote

12/08/2011 às 12:45 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Aumento do calote

por Portal Economia SC

Após dois anos consecutivos de queda, a taxa de inadimplência do varejo deverá subir 7,5% em 2011, de acordo com a perspectiva Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Mesmo com a perspectiva de aumento do calote, a avaliação do presidente da entidade, Roque Pellizzaro Jr. é que "o ano deverá terminar com um cenário promissor, se comparado com os primeiros meses do ano".

Um ponto que deverá ajudar, segundo Pelizzaro, é o fato dos consumidores estarem limpando o nome na praça. A estimativa é um crescimento de 8% do número de pessoas que quitarão as dívidas em atraso e sairão do cadastro do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) até o final de 2011. Para as vendas, a CNDL prevê um crescimento de 6,5% sobre o ano passado.

A inadimplência recuou 1,85% em 2010 na comparação com o ano anterior. Em 2009, a taxa ficou 14,9% menor em relação a 2008. A medição da CNDL sobre a inadimplência é diferente da apresentada pelo Banco Central.

Pelizzaro afirma que "o comércio sente antes os problemas, pega o início do processo." Para o Banco Central, a inadimplência parou de crescer, mas para os comerciantes ainda não existe esta estabilidade.

Atraso

A CNDL criticou também a demora nas ações anunciadas na terça-feira do Plano Brasil Maior, que tem objetivo de incentivar a indústria brasileira. "As coisas não podem ser temporárias. Os desencargos deveriam ser sem volta", disse. Segundo o plano, grande parte das medidas para estimular a indústria brasileira tem prazo de validade e deve expirar em dezembro de 2012. Para o presidente, o ideal seria que as medidas fossem ampliadas para outros setores.

Outro fator preocupante para o executivo, é a situação econômica que facilita a entrada da moeda americana no Brasil, aumentando a valorização do Real. Apesar de os Estados Unidos terem afastado o risco de calote, existe uma recessão americana. Ele salienta que a situação norte-americana requer cautela, visto que o quadro econômico na Europa está também fragilizado. "Com tudo isso, mais dólar virá, a tendência é essa, não temos como evitar", considerou.

Importação

Apesar da entrada de dólares valorizar o Real e facilitar a importação de produtos, o que acaba incrementando nas vendas no varejo no primeiro momento, a longo prazo, o resultado pode ser prejudicial à economia, fechando indústrias, gerando desemprego e reduzindo o potencial de consumo. "O comércio não pode pensar só no curto prazo. Isso não interessa ao setor", afirmou o presidente da CNDL.

Entenda a Proposta de Desoneração da Folha

12/08/2011 às 12:12 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Stephen Kanitz – Artigos e Comentários

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