Como manter a equipe motivada para trabalhar com garra e determinação?

16/08/2011 às 18:19 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Como manter a equipe motivada para trabalhar com garra e determinação?

Formação X Experiência: o melhor é unir os dois

Analisar o histórico de profissionais bem-sucedidos para que sirvam de exemplo é um processo comum e natural do comportamento humano, pois, se um determinado executivo conta com uma trajetória profissional bem-sucedida, é natural que as pessoas tomem seus passos e decisões como referência para alcançar a excelência em sua carreira. No entanto, descobrir os próprios objetivos e as formas de alcançá-los pode ser uma estratégia mais eficaz, pois não existem fórmulas prontas para se alcançar o tão esperado desenvolvimento profissional.

Acima de tudo, é preciso descobrir o que faz sentido para cada um de nós: alguns sonham desde a adolescência em ser diretor de uma grande empresa e outros gostam de ficar em laboratórios, atuando com pesquisas, descobrindo o que o mundo ainda nem imagina que vai precisar.

Nos dias de hoje, a evolução profissional está atrelada ao desempenho e à formação do indivíduo: o mais importante é gerar resultados e que a empresa reconheça as metas alcançadas e o alinhamento com seus valores. Assim, o profissional é reconhecido pelo que é capaz de gerar e não só pelo que está escrito em seu diploma.

Preparar-se muito bem sempre contará pontos. Cursar uma boa universidade, fazer pós-graduação, MBA e dominar um segundo ou terceiro idioma ajudam em processos seletivos, porém somente esses fatores não garantem uma colocação. Para ingressar em uma grande empresa, possuir diploma universitário e falar inglês fluentemente passaram a ser requisitos básicos nos filtros dos sistemas de recrutamento e seleção, principalmente para determinados cargos e, sem os quais os currículos sequer são levados a uma segunda análise. E aqueles que já estão em uma grande companhia e ainda não deram a devida atenção aos cursos técnicos ou de graduação são candidatos potenciais a estagnarem em seus atuais lugares, sem direito a almejar novas posições.

Falando em especial de companhias que atuam em setores em que há escassez de mão de obra qualificada – como é o caso de TI – quem detém conhecimento técnico pode encontrar terreno fértil para mostrar sua capacidade e conquistar reconhecimento. Segundo pesquisa da Fundação Dom Cabral com 130 empresas de TI, 91% delas têm encontrado dificuldade para selecionar profissionais capacitados. Outro grande percentual, 81%, diz que há escassez de mão de obra qualificada e outras 54% afirmam que reduziram as exigências para preencher o quadro de colaboradores.

Importante salientar que em tempos de escassez de mão de obra, o investimento contínuo na formação e foco no desempenho amplia as possibilidades de carreira e a empregabilidade, pois estes são os profissionais que as empresas procuram atrair e reter.

Jussara Dutra é gerente de Desenvolvimento Humano e organizacional da Senior.

CORREGEDORIA DA RECEITA VAI CORRIGIR INFERNO FISCAL

16/08/2011 às 17:29 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
A Receita Federal e a Polícia Federal desenvolveram na semana passada um trabalho chamado de “maior operação conjunta de combate à corrupção da história da Corregedoria”, anunciando que o prejuízo ao erário pode ultrapassar R$ 3 bilhões.
Foram expedidos mandados de prisão contra servidores públicos e mais de 20 mandados de busca e apreensão, tudo relacionado com supostas fraudes cometidas na região de Osasco. Na sexta-feira (12/8) o jornal O Estado de São Paulo publicou detalhes, inclusive o nome de empresas envolvidas. A reportagem traz foto de grande quantidade de dinheiro apreendido.
Todos nós devemos aplaudir o trabalho de combate à corrupção e à sonegação. Esses dois crimes caminham pela mesma estrada, que só tem uma única pista, com bandidos em ambos os lados. Mas bandido só é bandido depois que a Justiça assim o decidir. A presunção da inocência é cláusula pétrea da nossa Constituição e faz parte das garantias da declaração universal dos direitos humanos. Por outro lado, a divulgação dos nomes das empresas é altamente prejudicial, além de ser ilegal: fere o artigo 198 do Código Tributário Nacional.
A simples divulgação do nome de uma empresa, antes do julgamento definitivo, pode ter consequências trágicas. Na matéria divulgada na sexta-feira, vemos o nome de empresas respeitáveis, de grande porte em seus ramos, cujos fornecedores, clientes ou investidores certamente estão muito preocupados com tudo isso e poderão rever seus negócios com quem pode estar envolvido numa fraude que pode ultrapassar R$ 3 bilhões.
Já houve no passado o caso de uma empresa autuada em mais de 300 milhões de dólares, que teve grande repercussão na mídia. Uma procuradora deu entrevistas dizendo que os diretores seriam presos e teriam seus bens bloqueados. Bancos suspenderam os créditos. Os parceiros internacionais cancelaram os negócios e em menos de um ano ela simplesmente fechou as portas, com mais de mil funcionários sem emprego.
Mas a empresa defendeu-se e já na esfera administrativa, em primeira instância, a Receita Federal cancelou o auto de infração, pois o contribuinte provou, na defesa apresentada por seu advogado, que seus procedimentos erram corretos. Pena que o julgamento tenha demorado dois anos. Já era tarde demais.
Isso já aconteceu em várias outras oportunidades e em passado recente. Numa delas, a vítima processou o governo por danos morais e ganhou a ação. Não sei se já recebeu, pois como se sabe, o governo cobra bem, mas é um péssimo pagador.
No caso atual, anuncia-se que a Receita vai fiscalizar novamente as empresas. Por incrível que pareça isso pode ser muito bom. Como nós temos uma legislação de péssima qualidade, existe a possibilidade de um fiscal aplicar a multa interpretando a lei de forma distorcida, com o que o auto já lavrado seja muitas vezes maior do que o valor realmente devido no caso.
Com um auto de infração absurdamente elevado o fiscal corrupto ou os seus cúmplices (aqui incluídos bandidos com carteira de advogado) pode propor uma forma de reduzir a multa, dando-se o tal “jeitinho”.
Essa modalidade criminosa pode ocorrer em todos os níveis de fiscalização, seja federal, estadual ou municipal. Exatamente por isso é que há a necessidade de se estabelecer limites razoáveis para as multas, de forma que elas não possam representar a pena de morte sobre a empresa.
Na legislação atual uma simples guia com alguns erros, sem qualquer sonegação, pode gerar multa de mais de R$ 50 milhões! É a lei mal feita, abrindo caminhos para o passeio de criminosos. E o pior: os tribunais administrativos ignoram a norma do artigo 150, IV da Constituição Federal, admitindo multas absurdas. Com isso cada vez mais se tornam meros departamentos de homologação de autos de infração.
A administração não só pode como deve cancelar todos os autos de infração que tenham sido lavrados com fortes indícios de serem produtos de corrupção. Só há duas hipóteses: a) o auto de infração foi muito alto para servir de instrumento de achaque ou : b) foi muito baixo por ser produto de um achaque já ocorrido. Nas duas hipóteses o não cancelamento pode ser crime de prevaricação.
A mesma notícia dá conta que até ex-servidores estariam participando dos atos ilícitos. Talvez seja o caso da Corregedoria intensificar a fiscalização sobre a atuação dessas pessoas perante as repartições. Aliás, a investigação será bem simples: basta procurar os anúncios de assessoria fiscal, consultoria tributária etc.
Todavia, o nome do trabalho (ou operação como eles preferem) parece-nos que foi infeliz. Deram o apelido de Paraíso Fiscal. Mas o que vemos aqui não tem nada de paraíso.
Quanto aos servidores públicos, o caso é muito triste, típico de inferno. Pessoas de elevado nível cultural, muito bem treinadas, razoavelmente remuneradas, com todas as garantias da carreira pública, submetem-se a si mesmas e a seus familiares aos óbvios riscos de perderem tudo isso e, principalmente, o respeito que deveriam merecer. Tudo por causa de quase nada: riquezas materiais.
Os empresários vivem há muito tempo no inferno, por enfrentarem as dificuldades que aqui já citamos várias vezes: carga tributária elevada, burocracia infernal, insegurança jurídica e todas aquelas outras coisas que nos permitem definir que, se existem paraísos fiscais no mundo, todos os infernos estão aqui mesmo.
Sem dúvida as empresas mencionadas na reportagem verão anulados os autos já lavrados. Se forem de pequeno valor, não adianta sair correndo e pagar na esperança de resolver o problema. Produto de fraude não gera imunidade. No máximo o seu valor será abatido no auto que vai ser lavrado em breve.
A tal “operação” deve servir de alerta para todos os contribuintes. Não existe mais a mínima possibilidade de que autos de infração sejam engavetados ou arquivados mediante um jeitinho. Hoje todos os dados e operações dos contribuintes são cruzados o tempo todo. Deve-se manter um controle rigoroso sobre os documentos e operações e se houver alguma proposta de “acerto”, cuidado! Você pensa no paraíso, mas negocia com o capeta e vai acabar no inferno.
(FONTE: CONSULTOR JURÍDICO)

INCLUSÃO DE CORRETORES DE IMÓVEIS NO SIMPLES PODE SER VIABILIZADA POR EMENDA

16/08/2011 às 17:27 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
A inclusão dos corretores de imóveis no Simples Nacional, sistema de arrecadação simplificada de impostos do governo federal, poderá ser viabilizada por emenda ao projeto de lei do Senado, primeiro item na pauta da reunião de terça-feira (16) da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O anúncio foi feito nesta segunda-feira (15) pelo senador Gim Argello (PTB-DF), que presidiu parte da sessão especial em homenagem aos corretores de imóveis.
Autor do requerimento para realização da sessão especial, Gim Argello afirmou que, se por algum motivo, não for possível fazer a alteração no PLS 90/10, o benefício para a categoria será tentado em emenda ao projeto de lei que amplia os limites de enquadramento de empresas no Simples, enviado pela presidente Dilma Rousseff.
O PLS 90/10, de autoria do senador Fernando Collor (PTB-AL), inclui os escritórios de engenharia e arquitetura entre os beneficiários do Simples. Emenda apresentada ao projeto e acatada pelo relator da matéria na CAE, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), abre a possibilidade de inclusão também da corretagem de imóveis no Simples Nacional.
A reivindicação do benefício fiscal foi um dos pontos da sessão especial desta segunda-feira, aberta pelo senador Wilson Santiago (PMDB-PB). O senador José Pimentel (PT-CE) disse que o Congresso Nacional tem uma dívida com os corretores de imóveis, que é incluir a categoria no Simples Nacional.
Em 2008, quando coordenou na Câmara dos Deputados a segunda alteração na Lei Geral da Micro e da Pequena Empresa, Pimentel conseguiu beneficiar uma série de setores que ainda estavam excluídos do sistema simplificado de arrecadação.
– Assumimos ali um compromisso de que, na próxima alteração que houvesse na Lei Geral, iríamos discutir a inclusão de outros setores, com um olhar especial para dois segmentos, os corretores de imóveis e os representantes comerciais, até porque esses segmentos são muito próximos.
Potencial
Gim Argello afirmou que os corretores de imóveis têm um papel importante neste momento de crise econômica mundial: os investidores procuram "refúgio seguro" para seu dinheiro no mercado imobiliário.
Por isso, na avaliação de Gim Argello, o potencial de crescimento do setor é grande. Hoje, de acordo com o senador, o mercado imobiliário representa apenas 5% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 60% nos Estados Unidos e 40% na Europa.
– Se dobrarmos todo esse movimento, para chegar a 10%, vamos precisar de muito trabalho, de muitos corretores de imóveis, que realmente constroem a felicidade, principalmente dos mais humildes, em busca da casa própria.
Formação
A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) citou estudo do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis, segundo o qual 52% dos profissionais têm curso superior, e as formações mais recorrentes são Direito, Administração e Engenharia. Segundo ela, o curso superior em Negócios Imobiliários é uma das bandeiras da entidade para aumentar o nível de qualificação de seus profissionais.
O presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva, afirmou que dados mais recentes indicam que os profissionais com cursos superiores já representam 64% da categoria. Teodoro apontou também crescimento da participação feminina, que hoje chega a 34% da categoria, contra 8,3% em 1995.
(FONTE: JORNAL DO BRASIL)

Curso ITC: “SPED FISCAL (EFD) – Teoria e Prática” – Noturno

16/08/2011 às 17:21 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

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ITC CURSOS e TREINAMENTOS promove em

FLORIANÓPOLIS

O CURSO:

"SPED FISCAL (EFD) – Teoria e Prática"

– NOTURNO –

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OBJETIVO: Abordar de forma teórica e prática os casos específicos do SPED FISCAL, orientando os participantes sobre as informações a serem geradas para o SPED, e sobre a origem dessas informações, de forma a torná-los aptos à entrega desta nova obrigação. Além da análise dos principais registros do leiaute da escrituração, inclusive no que se refere ao Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente – CIAP obrigatórios desde 1º.01.2011, serão verificadas as principais dúvidas concernentes da geração e validação das informações feitas para as áreas de consultoria do ITC. Para maior assimilação do conteúdo, além de exemplos de validação dos arquivos, serão analisados detalhes do Programa Validador e Assinador – PVA-EFD.

DESTINA-SE: Contadores, Administradores, Auditores, Diretores, Gerentes e profissionais que atuam na
área contábil e fiscal, bem como aqueles que tenham interesse em conhecer um
pouco mais do Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, e a nova sistemática de escrituração
de livros e documentos fiscais de forma digital.

seta010.gifPROGRAMA:

MÓDULO I – PARTE TEÓRICA

1 – Introdução ao SPED:
1.1 – Conceito;
1.2 – Objetivos;
1.3 – Implicações ao Contribuinte;

2 – Legislação Aplicável;

3 – Livros Abrangidos na EFD;

4 – Contribuintes Obrigados;

5 – Credenciamento Voluntário;

6 – Perfil de Entrega dos Arquivos da EFD;

7 – Geração e Envio do Arquivo Digital da EFD:
7.1 – PVA-EFD;
7.2 – Periodicidade/Prazo de Entrega;
7.3 – Certificado Digital/Procuração Eletrônica;
7.4 – Retificação;

8 – Sistema de Gestão – ERP;

9 – Prestação e Guarda das Informações;

10 – Dispensa do SINTEGRA;

11 – Estrutura do Arquivo da EFD:
11.1 – Bloco 0 – Abertura, Identificação e Referências;
11.2 – Bloco C – Documentos Fiscais I – Mercadorias (ICMS/IPI);
11.3 – Bloco D – Documentos Fiscais II – Serviços (ICMS);
11.4 – Bloco E – Apuração do ICMS e do IPI;
11.5 – Blogo G – Controle do Crédito de ICMS do Ativo Permanente;
11.6 – Bloco H – Inventário Físico;
11.7 – Bloco 1 – Outras Informações;
11.8 – Obrigatoriedade da Apresentação dos Registros na EFD;
11.9 – Registros Não Exigidos no Estado de Santa Catarina;
11.10 – Códigos de Ajustes dos Documentos Fiscais e Apuração do ICMS;
11.11 – Tabelas Externas;

12 – Penalidades.

MÓDULO II – PARTE PRÁTICA

1 – Lançamento dos Registros no PVA-EFD das Principais Operações do ICMS:
1.1 – Venda de Mercadorias com e sem Substituição Tributária;
1.2 – Devoluções de Mercadorias;
1.3 – Doação/Bonificação/Brinde;
1.4 – Venda para Entrega Futura;
1.5 – Industrialização por Encomenda;
1.6 – Remessa de Mercadorias para Depósito e Armazém Geral;
1.7 – Demonstração/Mostruário;
1.8 – Venda à Ordem;

2 – Lançamento dos Registros no PVA-EFD Relativo ao Débito de ICMS referente ao Diferencial de Alíquotas de Aquisições de Uso/Consumo/Imobilizado;

3 – Lançamento dos Registros no PVA-EFD Relativo ao Crédito de ICMS referente ao Pagamento de ICMS indevido por Erro de Fato na Escrituração dos Livros ou Preenchimento do DARE;

4 – Lançamento dos Registros no PVA-EFD Relativo ao Crédito de ICMS referente ao Crédito de ICMS extemporâneo decorrente do não registro ou de erro na escrita fiscal;

5 – Lançamento dos Registros no PVA-EFD Relativo ao Crédito de ICMS por Desenquadramento no Simples Nacional;

6 – Lançamento dos Registros no PVA-EFD Relativo aos Cupons Fiscais e Notas fiscais de Venda ao Consumidor;

7 – Lançamento dos Registros no PVA-EFD Relativo ao Aproveitamento do Crédito do ICMS 1/48 Avos de Aquisições de Bens para o Ativo Imobilizado – BLOCO G.

seta010.gifLOCAL/DATA:

seta010.gifFLORIANÓPOLIS:25 e 26 de AGOSTO de 2011 (08:00 horas/aula)
seta010.gifLOCAL:Rua: Antonio Dib Mussi, 474, 1º Piso, Centro, Auditório do ITC.
seta010.gifHORÁRIO:Das 18:00 às 22:00hs (08:00 horas/aula).

seta010.gifINVESTIMENTO: R$ 185,00 para assinantes ITC e R$ 250,00 para não assinantes.

Estão incluídos no valor do investimento: Certificado, Apostila e Coffee-break.

seta010.gifINSTRUTOR:
consultor10.gif

Em razão do quorum mínimo para o adequado desenvolvimento do curso,
reservamo-nos o direito de reprogramar ou suspender o evento, providência
que será previamente informada aos inscritos.
O cancelamento da inscrição só será aceito com antecedência mínima
de 4 dias úteis. Poderá haver a devolução do valor ou crédito para outro seminário.

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VAGAS LIMITADAS!

MAIS INFORMAÇÕES: 0 XX (48) 3205-2200

ITC Consultoria Ltda
(48) 3205-2200
Rua Antonio Dib Mussi, 474, 1º piso, entrada lateral – Centro
CEP: 88015-110 – Florianópolis / SC
www.itcnet.com.br
www.itcnet.com.br/curso
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