TRABALHO EM EQUIPE: QUAIS SÃO SEUS BENEFÍCIOS?

18/02/2014 às 17:43 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Um amontoado de pessoas não é uma equipe. Para ter essa característica, é preciso que todos do grupo tenham a mesma prioridade e objetivo: alcançar as metas propostas. “Em um grupo ideal, os membros dão apoio uns aos outros, colaboram livremente e se comunicam com clareza e de forma aberta entre eles”, comenta Madalena Feliciano, Diretora do Instituto Profissional de Coaching.
Para as empresas, o trabalho em equipe traz benefícios tanto para os próprios membros quanto para a instituição, já que, nessa forma de batente, a competição individual é minimizada e o que começa a contar pontos são a cooperação e a colaboração entre as pessoas. “Quando falta certo conhecimento ou competência para algum membro da equipe, outra pessoa está pronta para supri-lo e até ensiná-lo. Dessa forma, ambos os trabalhadores saem ganhando, assim como a empresa, que passa a obter colaboradores mais capacitados e com sabedoria para trabalhar em grupos”, exalta Madalena.
As equipes têm mais fontes de informação. Cada indivíduo, com a sua formação individual e experiência, colabora para um acúmulo de conhecimento para a equipe que irá facilitar na resolução de atividades e tomadas de decisões. “Além disso, equipes costumam ser mais criativas, já que cada membro tem seu ponto de vista sobre determinado problema, – e essa diferença soma forças para novas soluções para o mesmo problema”, comenta a especialista.
No âmbito pessoal, a interação com outras pessoas faz com que o indivíduo reavalie seu ponto de vista sobre diversos assuntos, levando-o a questionar-se e mesmo modificar seu estilo de comunicação, dessa forma, as pessoas aprendem mais sobre os outros – e até sobre si mesmos.
Porém, nem tudo são rosas. Existem sim algumas desvantagens que podem ser encontradas no trabalho em equipe.
“A equipe pode pressionar o indivíduo. Pessoas com opiniões diferentes podem sentir-se pressionadas a aceitar a decisão tomada pela maioria”, comenta Madalena, que acrescenta que, em alguns grupos, existem indivíduos que podem dominar uma discussão, não deixando espaço para outras pessoas exporem suas opiniões.
Outro caso comum no trabalho em grupo é a má gestão e distribuição de trabalho, o que faz com que uma pessoa sinta-se sobrecarregada. E ainda existe o controle de tempo: quando se trabalha sozinho muitas vezes é gasto menos tempo do que em grupo, afinal, não existem opiniões diferentes para serem discutidas.
Cabe a empresa decidir, – com a ajuda dos próprios colaboradores, – qual é a melhor forma de trabalho para cada tarefa e quais os principais objetivos propostos por cada situação. “Caso o tempo seja curto, trabalhar sozinho pode ser a melhor opção. Agora, se é necessário uma dose de criatividade, por exemplo, o trabalho em equipe é sempre a melhor saída”, conclui Madalena.
Fonte: Portal Administradores

A IMPORTÂNCIA DO CÓDIGO DE ÉTICA E O PAPEL DO PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE

18/02/2014 às 17:42 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Quem tira estas dúvidas é o conselheiro do CRC SP, Fernando de Almeida Santos.
Uma imagem institucional forte e confiável se constrói a partir da prática de políticas éticas. Um comportamento ético por parte das organizações gera desenvolvimento e competitividade. Mas como desenvolver essas políticas? Que ações são necessárias? Quem tira estas dúvidas é o conselheiro do CRC SP, Fernando de Almeida Santos.
O que é ética?
O conceito "ética" tem origem na palavra grega ethos e significa modo de ser. Representa as características de um grupo, a forma de agir de um coletivo em relação a sua cultura. Com a evolução da história, ética passou a ser considerada caráter ou conjunto de princípios e valores morais que norteiam a conduta humana na sociedade.
O que significa uma postura ética?
O indivíduo que possui uma postura ética respeita o próximo, que pode ser um colega de trabalho, um cliente, um fornecedor, qualquer cidadão. Ser ético significa também que ele respeita a sociedade, que tem responsabilidade social. E essa é uma prática que deve ser diária, fazer parte do cotidiano dos colaboradores da empresa. A ética não pode estar presente num caso isolado.
Por que as empresas devem se preocupar com a ética?
O comportamento ético traz diversos benefícios:
– melhora as relações internas e externas, o que incentiva o desenvolvimento dos negócios;
– melhora a imagem institucional;
– aumenta a satisfação dos colaboradores no ambiente de trabalho;
– ajuda na motivação dos colaboradores em cumprir a missão empresarial;
– ajuda na diminuição de custos com possíveis processos por desvio de conduta;
– ajuda na redução de rescisões e até processos trabalhistas;
– ajuda na construção de uma sociedade mais justa e sustentável.
Que atitudes iniciais devem ser tomadas pelas empresas para a criação de políticas éticas?
Em primeiro ligar é necessário desenvolver um código de ética e isso deve ser feito com a participação de um ou mais funcionários, já que esse documento deve representar a realidade do colaborador. Só assim haverá o comprometimento de todos. O código deve contemplar aspectos, como relacionamentos com colegas de trabalho, clientes, fornecedores, imprensa, funcionários terceirizados. O documento também deve respeitar as práticas comerciais, considerar os aspectos específicos do setor e da empresa e buscar valorizar o indivíduo e a sociedade.
Que outras ações são necessárias?
É preciso avaliar e rever periodicamente o Código de Ética, revendo normas quando necessário, fazer pesquisas de clima organizacional, a fim de identificar possíveis políticas de conduta que podem auxiliar a melhora deste clima e desenvolver relatórios demonstrando as ações éticas, sustentáveis e de responsabilidade social. É importante que a sociedade tenha acesso a esse material, como uma prestação de contas.
Quais as maiores dificuldades no desenvolvimento de políticas éticas corporativas?
Há basicamente duas dificuldades. A primeira consiste em desenvolver as políticas, com a participação de diversas áreas. A empresa precisa ser um agente condutor deste processo, respeitando todas as opiniões, o coletivo. Isto parece algo simples, mas, principalmente, para empresas com uma cultura fechada costuma ser algo complicado. O segundo desafio é a manutenção da ética. Isso só é possível com treinamento e avaliações das posturas.
A criação do Código de Ética deve contar com a participação de agentes externos, ou seja, Profissionais da Contabilidade, consultores?
Sim. Além dos colaboradores – agentes internos – a empresa precisa de agentes externos que deverão estudar a empresa, compreendê-la, conhecer o perfil e as necessidades das diversas pessoas relacionadas.
Qual o papel do Profissional da Contabilidade nesse processo?
O profissional contábil tem um papel fundamental, pois ele pode ser um agente do processo. Ele não deve apenas receber e sistematizar as informações. O Profissional da Contabilidade pode intervir das seguintes formas:
– incentivando e conduzindo processos para a elaboração, implantação e avaliação de Código de Ética e de demonstrativos de natureza social e ambiental nas empresas onde atua;
– conhecendo os Códigos de Ética e de Conduta e os demonstrativos das empresas para melhor atendê-los;
– verificando se os instrumentos estão adequados ao Código de Ética do Profissional da Contabilidade, no caso de ser proprietário, gestor ou colaborador de empresas contábeis.
As micro, pequenas e médias empresas devem ter estas preocupações?
As empresas com menor porte devem se preocupar sim, pois seus recursos são limitados e ter problemas éticos pode ser algo determinante para a sua permanência no mercado.
Uma microempresa, dentro da sua realidade e respeitando a sua cultura, deve elaborar suas regras, formas de acompanhamento e incentivo para a prática da ética corporativa.
Para as empresas maiores é necessário não apenas o Código, mas o desenvolvimento de toda a política recomendada pelas melhores práticas de governança corporativa.
Existe uma fonte de consulta confiável para as organizações?
O Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) é uma leitura obrigatória. Conhecer outros Códigos de Ética e de Conduta das empresas também é importante, mas lembrando sempre que os perfis das empresas são diferentes e que os códigos devem ser criados de acordo com os portes das companhias.
Após a elaboração do Código de Ética, a empresa deve produzir demonstrativos de natureza social e ambiental, tendo como fontes:
– NBC T 15 – Informações de Natureza Social e Ambiental;
Fonte: Jornal Contábil/CRCSP

PREPARAÇÃO PARA DECLARAR O IMPOSTO DE RENDA REDUZ RISCO DE CAIR NA MALHA FINA

18/02/2014 às 17:42 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
PREPARAÇÃO PARA DECLARAR O IMPOSTO DE RENDA REDUZ RISCO DE CAIR NA MALHA FINA
Há muito trabalho que pode ser feito para facilitar o preenchimento da declaração, evitar erros que podem levar à malha fina e encontrar o modelo que renderá o menor gasto ou a maior restituição
Por: Thatyane Nardelli
De 1º de março a 30 de abril, milhões de brasileiros estarão obrigados a declarar o Imposto de Renda 2014. Apesar do prazo folgado, é melhor já ir se preparando para evitar atropelos de última hora. Há muito trabalho que pode ser feito para facilitar o preenchimento da declaração, evitar erros que podem levar à malha fina e encontrar o modelo que renderá o menor gasto ou a maior restituição.
A professora Tayane Fernanda conta com uma ajuda indispensável para declarar o IR. O marido é metódico em relação à declaração. “Guardamos os documentos em pastas todos os anos. Na semana que sai o programa, ele atualiza e já prepara. No dia marcado para iniciar o envio da declaração, já está tudo pronto”, elogia.
Fazer a declaração com antecedência ajuda a antecipar a restituição e facilita a escolha da melhor forma de declarar para quem tem imposto a pagar. Segundo Tayane, o casal sempre recebe no primeiro lote disponibilizado pela Receita Federal.
O diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, confirma que o exemplo do casal deve ser seguido. “Quanto mais preparado o contribuinte estiver, melhor, até porque os primeiros dias, por dois motivos, são os melhores para o envio da declaração: quem entrega o material com antecedência receberá sua restituição antes. Além disso, em caso de problemas, o contribuinte terá tempo para resolvê-los, evitando a necessidade de fazer declaração retificadora, após o prazo de entrega."
Ajuda dos universitários
Para os mais atrasados ou quem não tem muita facilidade com os números, a Faculdades Integradas Upis (www.upis.br) disponibiliza alunos do curso de contabilidade para ajudar no preenchimento do formulário e tirar dúvidas sobre o preenchimento dos dados. O serviço começa duas semanas antes do último dia para encaminhar a declaração do IR à Receita Federal.
Segundo o professor Caetano Marinho, chefe do Departamento de Contabilidade da faculdade, os estudantes atendem cerca de 30 pessoas por dia. “Eles são treinados e supervisionados por professores especializados durante o atendimento”, explica. “Também temos especialistas em direito empresarial para quem é sócio em algum estabelecimento”, completa.
Fonte: Jornal de Brasília

O CRC SP LISTOU ALGUMAS PROVIDÊNCIAS PARA A DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA

18/02/2014 às 17:41 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Está na hora de juntar a papelada para prestar contas ao Leão
1º PASSO: reúna documentos de rendimentos e despesas – Junte os comprovantes de informe de rendimentos das fontes pagadoras e das instituições financeiras, os comprovantes de pagamentos passíveis de deduções (despesas com clínicas médicas, psicólogos, tratamentos odontológicos) e os documentos que motivaram a variação de patrimônio (venda e compra de carros, imóveis, terrenos). O prazo final para as empresas entregarem o informe de rendimento aos seus funcionários ou beneficiários é dia 28 de fevereiro.
2º PASSO: faça o download do programa- Baixe o programa do IRPF 2014, disponível no site da Receita Federal – www.receita.fazenda.gov.br.
3º PASSO: importe os dados da última declaração – Se estiver usando o mesmo computador onde fez a declaração do exercício de 2013, poderá importar os dados, durante o processo de download do programa IRPF 2014. É possível também importar os dados de um backup existente em pendrive, CD ou outra base de dados. Caso contrário precisará digitar os dados de cadastro e relação de bens novamente. /
4º PASSO: atualize dados antigos – Leia e atualize informações. O conselheiro do CRC SP Sebastião Gonçalves explica que uma situação comum é a mudança do nome e CNPJ de algumas empresas prestadoras de serviços. Os dados declarados devem ser exatamente os mesmos dos documentos que tem em mãos", alerta.
5º PASSO: Receita indica o modelo de declaração – Insira na base de dados todos os rendimentos e despesas, sem exceção, independente do modelo da declaração. Durante o preenchimento, o programa indicará a opção mais vantajosa para o contribuinte.
6º PASSO: transmissão de dados – Baixe o programa Receitanet 2014. /
7º PASSO: retificações – Até o dia 30 de abril os contribuintes podem fazer qualquer tipo de correção, inclusive, alterar o modelo de declaração escolhido.
Fonte: Assessoria de Imprensa CRC SP

Fenacon aposta no e-Social e na NF eletrônica

18/02/2014 às 17:40 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Fenacon aposta no e-Social e na NF eletrônica

As 90 mil empresas de contabilidade em atividade no Brasil só têm duas alternativas diante do avanço da informatização nos procedimentos contábeis: "Evolua ou morra", diz o presidente da Fenacon, Mario Berti

As 90 mil empresas de contabilidade em atividade no Brasil só têm duas alternativas diante do avanço da informatização nos procedimentos contábeis, como a nota fiscal eletrônica e o futuro e-Social: evoluir e aproveitar o novo filão de negócio ou fechar. Ou seja: "Evolua ou morra".

O recado é do novo presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e Contabilidade (Fenacon), Mario Berti, que tomou posse no cargo em janeiro e na semana passada participou, no Palácio do Planalto, da instalação do Comitê Interministerial de Avaliação do Simples Nacional, a convite da presidente Dilma Rousseff.

"Infelizmente temos muitos colegas que não se prepararam para a modernidade", admitiu Berti, em entrevista exclusiva ao DCI, ao relatar que há profissionais recusando trabalhar com empresas que pagam pelos regimes tributários do Lucro Real e do Lucro Presumido.

"Isso é triste, porque Lucro Real, Lucro Presumido, Supersimples são formas de tributação e não uma forma de contabilidade", pontuou. "Essas novidades todas são um divisor de águas. Tem que se preparar, tem que qualificar o seu pessoal. Tem, enfim, que entender que essa é uma realidade que não tem volta e que vai sobreviver".

No caso do e-Social, programa do governo que promete descomplicar as chamadas obrigações acessórias das empresas, a exemplo do envio do recolhimento do FGTS, Berti reconhece que no momento vai encarecer o custo das empresas. Depois, previu, haverá a transmissão de dados on-line, tornando-se um benefício, como considera hoje a nota fiscal eletrônica.

Confira os principais trechos da entrevista:

DCI: Quais são seus principais projetos à frente da Fenacon?

Mário Berti: Uma bandeira de longa data é a luta contra a burocracia e contra a carga tributária. E como nós representamos 37 sindicatos do Brasil todo, temos uma meta de fortalecimento dos sindicatos e suas bases, por uma razão muito simples: se o sindicato é forte, a federação acaba sendo. A luta pela desburocratização e contra a carga tributária se estende também aos estados e municípios, onde nós temos também abrangência.

DCI: No Senado, o senador Flecha Ribeiro (PSDB-PA) fez um pronunciamento afirmando que a carga tributária do Brasil aumentou quase 300% de 2000 a 2013. E dando conta de que o Brasil é o segundo país com maior carga tributária da América Latina, perdendo só para a Argentina. O que se pode fazer para diminuir isso e melhorar os serviços públicos prestados?

MB: Eu discutia isso com o ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel, e ele me falou algo emblemático: "A carga tributária é alta porque o custo da máquina pública é alto".

Outra coisa. O governo hoje está muito bem equipado em informática. Se isso está acontecendo, e vai acontecer cada vez mais, a base de arrecadação deve aumentar. Me parece que aí seria assim uma boa oportunidade para, aproveitando os benefícios da informatização da era moderna, reduzir a carga tributária. Porque a base de contribuintes fatalmente vai aumentar.

DCI: Alguns parlamentares governistas dizem que o governo está fazendo alguma reforma tributária com a desoneração da folha, a Lei da Informática…

MB: Mas ainda é muito tímida. Isso se mede agora com esse resultado da carga tributária, divulgada no final do ano, de até 37% do PIB, que reúne a soma das riquezas do País.

DCI: O e-Social vai encarecer muito o custo das empresas por que vai exigir que elas invistam muito em informática?

MB: Num primeiro momento, sim. Mas, se a gente levar em conta que na sequência nós vamos eliminar algumas obrigações acessórias, que serão dadas on-line, as coisas vão ficar mais fáceis. Agora, é verdade, num primeiro momento vai encarecer porque as empresas de software, por exemplo, vão ter que fazer as adaptações necessárias nesse novo projeto. Mas, se nós formos considerar que recentemente lutamos contra Speed fiscal, Speed contábil, nota fiscal eletrônica, e a sensação era a mesma. A gente superou isso tudo, e hoje é uma realidade interessante para as empresas e para contadores.

DCI: A nota fiscal eletrônica já é obrigatória?

MB: A nota fiscal eletrônica já é obrigatória para uma grande maioria dos segmentos. Grandes empresas hoje, empresas do Lucro Presumido, Lucro Real. Ainda tem algumas concessões para empresas do Supersimples. Mas é muito pequeno o universo hoje.

DCI: A tendência é a informatização?

MB: Para todas as empresas. Até as que vão emitir cupom fiscal vão entrar nesse processo. Vão ter que emitir cupom fiscal eletrônico, com a transmissão on-line das vendas.

DCI: Muitas pessoas criticam o Speed e acham difícil compreendê-lo.

MB: Isso é uma coisa do ser humano. Tudo aquilo que é desconhecido a gente tem medo dele, até que aprenda a lidar com o novo e ver que não é um bicho de sete cabeças, até ver que é possível que esse temor se transforme em benefício. Hoje eu digo que o Speed já é. O que acontece? O contador, enquanto não existiam essas ferramentas, ele era obrigado a fazer correções. Hoje, não emitiu a nota não tem mais como voltar atrás.

DCI: É claro que o Comitê Interministerial de Avaliação do Simples Nacional deve aguardar a tramitação da nova revisão da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Mas antes disso o senhor acha que é possível algum avanço para desburocratizar?

MB: Tem um projeto chamado Redesim, que trata da abertura e do fechamento de empresas, o que hoje é um absurdo, o que faz o Brasil ser considerado um dos piores países do mundo em ambiente de negócios, na avaliação do Banco Mundial. A Redesim tem o envolvimento das juntas comerciais, da Receita Federal, das receitas dos estados. Não é coisa fácil. É o gargalo. Mas a presidente Dilma quer que esse projeto esteja praticamente implantado até o final do ano para reduzir de 115 dias para cinco dias o tempo para abertura de novas empresas. E usar o tal do registro único, acabar com inscrição estadual, municipal. O CNPJ vai ser o único número de inscrição da empresa. Qual é o problema? A prefeitura exige das empresas, independentemente de tamanho, coisas absurdas. Tem-se uma estatística de que 90% das empresas que são abertas diariamente são de risco baixo. Mas ela se sujeita às exigências dos bombeiros. Se lá em Santa Maria [onde houve a
tragédia na boate Kiss] já tivesse implantado um sistema desse, os bombeiros não poderiam ir dizendo que não foram fazer vistoria porque tinham 300 processos para examinar. Então, eu acho que se não tem risco, faz o alvará de funcionamento na hora. O ministro Afif está batendo muito nisso. Mesmo goela abaixo, as prefeituras vão ter que aceitar isso.

DCI: A qualidade dos serviços das empresas de contabilidade no Brasil é alta, razoável ou baixa?

MB: Razoável. Infelizmente temos muitos colegas que não se prepararam para a modernidade. Só para te dar um exemplo, ontem mesmo a gente conversava com o pessoal de São Paulo e do Rio de Janeiro e eles comentavam o seguinte: "Estão aparecendo clientes nas nossas empresas por que o contador deles disse que ‘olha, eu não atendo empresas do Lucro Real, não atendo empresas do Lucro Presumido’ ." Lucro Real, Lucro Presumido, Supersimples são formas de tributação e não uma forma de contabilidade. E os profissionais não se sentem capacitados para dar continuidade ao atendimento. Essas novidades todas são um divisor de águas. Tem que se preparar, tem que qualificar o seu pessoal. Têm, enfim, que entender que essa é uma realidade que não tem volta e que vai sobreviver. Quem ficar querendo só atender empresas do Simples vai morrer. É preciso que o contábil tenha a exata noção de que o momento é sério e exige uma reflexão sobre o assunto decisão.

DCI: Quer dizer, evolua ou morra?

MB: Esse é o detalhe: evolua ou morra.

Link:http://www.4mail.com.br/Artigo/Display/028894000000000Fonte: DCI

Cuidado – Estilo de Comunicação – Recursos Humanos

18/02/2014 às 12:10 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Blog Guia Trabalhista

Qualquer gestor de pessoas deve ter muito cuidado com seu estilo de comunicação, caso contrário, seu estilo pode ser o responsável pelo desinteresse do grupo com o qual você trabalha, podendo até, afastá-lo do mesmo.

“Estilo de comunicação” nada mais é do que o conjunto das qualidades de expressão, características de um emissor em comunicação.

Exemplos: “estilo autoritário”, aquele que dá ordens, sem se preocupar com os sentimentos ou opiniões dos outros; estilo “zombador”, só quer rebaixar o que os outros pensam, etc.

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

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Não Incidência de ISS sobre Serviços de Beneficiamento de Produtos

18/02/2014 às 12:10 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Blog Guia Tributário

Primeiramente, cabe explicar que no processo de industrialização o produto passa pelas etapas de beneficiamento, embalagem e distribuição. O beneficiamento é todo o trabalho de tratamento e preparo da matéria-prima para a produção do produto final. Portanto, esse tipo de serviço visa a transformar e preparar um material para uma etapa seguinte de industrialização, o qual finalizará o produto pronto para ser comercializado.

Pois bem, as empresa que praticam esse tipo de serviço não estão sujeitas a cobrança de ISS, em virtude do princípio constitucional da discriminação de impostos (artigos 153, 155 e 156 da CF) que impede a bitributação jurídica, ou seja, ou as operações se sujeitam ao ICMS/IPI ou ao ISS, não podendo haver imposição concomitante do ICMS/IPI e do ISS.

Logo, os serviços tributados pelo ISS previstos na legislação são apenas aqueles prestados diretamente ao usuário final, nunca para compor uma etapa da cadeia de circulação de mercadorias. Assim, os serviços…

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